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veja quem são os 11 candidatos na disputa por duas vagas ao Senado – Em Dia ES

Com o encerramento das convenções partidárias na quarta-feira, 5 de agosto, o Espírito Santo confirmou 11 candidatos oficiais que vão disputar duas cadeiras no Senado Federal nas eleições de 2026.

Os nomes homologados pelas legendas concorrem a mandatos de seis anos, compreendidos entre 2027 e 2032, em composições que variam entre alianças com chapas ao governo estadual e candidaturas isoladas. A definição ocorreu após as articulações finais dos partidos políticos registradas em todo o estado.

Senadores em exercício buscam a reeleição na Casa
Entre os nomes confirmados para o pleito, dois senadores em exercício tentam a renovação do mandato. O senador Fabiano Contarato (PT), eleito em 2018 pelo Rede, disputa a vaga apoiado pela federação que reúne PT, PV e PCdoB, além das coligações com PSOL e Rede.

Fabiano Contarato (PT). Foto: Reprodução

Nascido em Nova Venécia, o parlamentar é ex-delegado da Polícia Civil, ex-diretor do Detran do Espírito Santo, ex-presidente da Comissão de Meio Ambiente e atual vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos. A chapa tem Evani Reis (PT) como primeira suplente e Neio Lúcio Pereira (PCdoB) como segundo suplente.

O senador Marcos do Val (Avante) busca a reeleição sem apoio de outros partidos. Eleito em 2018 pelo PPS, atual Cidadania, ele preside o Avante no estado.

Marcos do Val (Avante). Foto: Reprodução

Militar, o candidato tem histórico de atuação como instrutor da SWAT nos Estados Unidos e da unidade antiterrorismo da NASA. A chapa inclui a chefe de gabinete Sílvia Lígia Suassuna como primeira suplente e Nilton Góes como segundo suplente.

Alianças estaduais concentram lideranças políticas capixabas
No bloco ligado à candidatura do governador Ricardo Ferraço (MDB), dois nomes disputam o Senado. O ex-governador Renato Casagrande (PSB), natural de Castelo, renunciou ao cargo no Poder Executivo após três mandatos para concorrer à Casa Legislativa.

Renato Casagrande (PSB). Foto: Reprodução

Ele acumula trajetórias como deputado estadual, deputado federal, vice-governador, senador e secretário estadual de Agricultura. A coligação abrange PSB, MDB, Podemos, PSDB, Cidadania, Agir, PDT, União Progressista e apoio declarado do Rede.

Pela mesma coligação governista, a ex-senadora Rose de Freitas (MDB) tenta retornar ao cargo que ocupou de 2015 a 2023.

Ferraço anuncia Rose de Freitas como segunda candidata ao Senado na chapa governista. Reprodução

Natural de Caratinga, em Minas Gerais, ela acumulou um mandato como deputada estadual, seis mandatos como deputada federal e participou da Assembleia Nacional Constituinte de 1988. Nem Casagrande nem Rose definiram os nomes dos suplentes.

Na aliança vinculada ao pré-candidato ao governo Lorenzo Pazolini (Republicanos), os partidos Republicanos, PL e Democratas oficializaram duas candidaturas.

O deputado federal Evair de Melo (Republicanos), natural de Conceição do Castelo, concorre após três mandatos na Câmara dos Deputados, onde atua como vice-líder da oposição.

Evair de Melo (Republicanos). Foto: Reprodução

Ele já foi secretário de Agricultura em Venda Nova do Imigrante e presidente do Incaper. A chapa não anunciou suplentes.

A segunda vaga do bloco é ocupada por Maguinha Malta (PL), publicitária, musicista e filha do senador Magno Malta (PL).

Maguinha Malta (PL). Foto: Reprodução

Filiada ao PL desde 2011 e vice-presidente estadual da legenda, ela disputa um cargo eletivo pela primeira vez. Os suplentes definidos são o cabo da Polícia Militar Diego Cassotto e o empresário Nerleo Caus (PL).

Chapas próprias e definição na reta final completam o quadro
As definições partidárias contaram com confirmações na reta final das convenções. O deputado estadual Sérgio Meneguelli (PSD) teve o nome homologado no último dia do prazo, após o presidente estadual do PSD, Renzo Vasconcelos, optar pela neutralidade na disputa ao governo estadual e bancar a chapa pura.

Sérgio Meneguelli (PSD). Foto: Reprodução

Meneguelli foi o deputado estadual mais votado da história do estado em 2022, com 138.523 votos, e exerceu mandatos como prefeito e vereador em Colatina. Ele trocou o Republicanos pelo PSD em 2026 e ainda não definiu suplentes.

O ex-prefeito de Vila Velha Rodney Miranda (PRTB) anunciou a candidatura na quinta-feira, 6 de agosto, após deliberação em convenção virtual do partido realizada no dia 4.

Rodney Miranda (PRTB). Foto: Reprodução

Delegado aposentado da Polícia Federal, ele chefiou a Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo e de Goiás, além de ter exercido mandato de deputado estadual. Trata-se da única candidatura lançada pelo PRTB no estado, também sem suplentes indicados.

A federação PSOL-Rede lançou o professor e educador popular Carlos Fabian (PSOL), graduado em História e doutor em Educação pela Ufes.

Carlos Fabian (PSOL). Foto: Reprodução

Servidor da rede municipal de Vitória, ele estreia em eleições defendendo pautas de educação, cultura e direitos humanos. A chapa traz Toni Cabano (PSOL) como primeiro suplente.

O Partido Novo apresentou a candidatura do vereador de Vitória Leonardo Monjardim, que exerce o segundo mandato na capital. Formado em Direito e membro da Academia Espírito-Santense de Letras, ele atuou como subsecretário municipal de Cultura, Turismo e Desenvolvimento Econômico.

Leonardo Monjardim (Novo). Foto: Reprodução

Os suplentes são a médica oncologista Kítia Perciano e o advogado Vinícius Fregonazzi.

O Partido da Causa Democrática (DC) homologou a candidatura do deputado estadual Wellington Callegari. Natural de São Paulo e morador de Vargem Alta, ele é analista do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, professor e graduado em História.

Wellington Callegari (DC). Foto: Reprodução

Os suplentes da chapa não foram anunciados.

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