Mundial de Clubes: veja ranking dos times mais valiosos das quartas

Os clubes europeus nadam de braçada quando o assunto é o valor de mercado de seus elencos, o que comprova o poderio financeiro dessas agremiações em comparação aos times brasileiros.
De acordo com o “Transfermarkt”, site especializado em mercado esportivo, o Chelsea, adversário do Palmeiras nas quartas-de-final, possui valor de mercado de 1,2 bilhão de euros (aproximadamente R$ 7,6 bilhões).
Já o alviverde é avaliado em 196 milhões de euros (aproximadamente R$ 1,2 bilhão). Ou seja, o time inglês vale quase 7 vezes mais que o Palmeiras.
Já o Fluminense, é o último da lista, com 86 milhões de euros de valor de mercado (aproximadamente R$ 550 milhões). A equipe carioca enfrenta o Al-Hilal, da Arábia Saudita, que venceu o Manchester City.
“O Palmeiras tem um mix de atletas maduros de alto custo e promessas da base com alto potencial de revenda. O Fluminense acaba ficando ainda mais distante nesta comparação, por ser um clube que tem atletas de renome, porém já em idade avançada. Em resumo, a diferença entre investimentos de Chelsea e até Al Hilal é grande em se comparando com Palmeiras, e ainda maior em relação ao Fluminense”, diz Alexandre Vasconcellos, gerente regional da Flashscore no Brasil.
“Obviamente não é um fator determinante de sucesso, mas as potências mundiais do esporte fazem suas contratações analisando vários fatores (psicológicos, técnicos, etc), e as grandes contratações estão totalmente relacionadas à possibilidade de títulos, não tem como não ser o principal objetivo das megaequipes”, explica Renê Salviano, CEO da Heatmap e especialista em marketing esportivo.
“A diferença de valor dos elencos – classificados para as quartas e eliminados por eles, como Inter de Milão e Manchester City – reforça a ideia de que muito “jogador caro” é produto de marketing e do mercado em que joga. Ao se enfrentarem, a qualidade técnica pode se sobressair e causar essas “surpresas” (quando o tático e o físico não equilibram ou se impõem). De qualquer forma, talvez agora os estrangeiros comecem a olhar para as equipes brasileiras de uma forma mais realista”, acrescenta Alexandre Mota, Diretor de Criação da End to End.





